segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Quando crescer vou ser... guarda ambiental!

Grande amigo do meio ambiente, este profissional tem a missão de fiscalizar a preservação de áreas verdes
       
Por: Fernanda Turino, Instituto Ciência Hoje/RJ
Publicado em 05/10/2011 | Atualizado em 05/10/2011


Quando crescer vou ser... guarda ambiental!
 



Piquenique na floresta. Na cesta, bolo, geléia, suco, pães, biscoitos... Hummm! A família arruma todas as delícias sobre a toalha xadrez, mas decide respirar um pouco de ar puro antes de lanchar. Em poucos minutos, todos estão de volta e percebem que – opa! – o piquenique desapareceu! Neste momento, passa alguém correndo e gritando: “Zé Colmeeeeeia!”. Quem é esta pessoa? Ora, o guarda!
No desenho do Zé Colmeia, esse patrulheiro da floresta passa o tempo todo tentando devolver aos visitantes as cestas roubadas pelo simpático urso. Na vida real, o guarda ambiental – também conhecido como policial ambiental ou guarda florestal – tem muito mais a fazer. Esse profissional é quem fiscaliza as áreas verdes e outros ambientes naturais que são patrimônio de todos. Zelar pela conservação das plantas, evitando, por exemplo, as queimadas ou a derrubada de árvores, assim como proteger os animais silvestres de maus tratos, reprimir a caça e a pesca ilegais, impedir construções em área de preservação e até o despejo de esgoto sem tratamento na natureza são tarefas que lhe cabem.
O trabalho feito pela Polícia Ambiental, além de muito interessante, é essencial para a preservação das nossa fauna e flora. E o caminho para quem quer atuar na área é entrar para a Polícia Militar e se especializar, dentro da academia de polícia, na fiscalização do meio ambiente. Mas, de acordo com o capitão da Polícia Militar Patricio Bernabé Fiorim, do Batalhão de Polícia Militar Ambiental do Espírito Santo, o mais importante para se tornar um profissional da área é o amor à natureza e a vontade de preservá-la:
“O maior motivo que me levou a ser um Policial Ambiental e que me faz permanecer como tal é o fato de poder ajudar a manter o meio ambiente equilibrado para que as pessoas que hoje vivem e as gerações futuras não sofram com a escassez dos recursos naturais e possam se maravilhar com as belezas naturais”, conta ele.
A rotina desse profissional, que muito gente apelida de fiscal da natureza, não é nada fácil. É ele quem recebe as denúncias de desrespeito à fauna e flora feitas pela população e apura se são verdadeiras ou não. Como? Indo até o local onde o problema supostamente ocorreu para entender a situação e tomar as providências cabíveis em cada caso. Para isso, claro, ele precisa dominar as leis ambientais do país.
Os policias ambientais trabalham em turnos, vigiando a natureza dia e noite. Afinal de contas, nunca se sabe quando é que algum caçador, pescador ou extrator de madeira vai aparecer para desrespeitar a lei, por exemplo.
O capitão Fiorim destaca que, apesar de cansativa, a profissão é muito gratificante: “Após 12 anos na unidade ambiental, percebo o aumento do número de animais que estavam desaparecendo das nossas paisagens, como o canário da terra, o sagui, a capivara e o jacaré”.
E aí? Gostou? Enquanto você pensa se um dia vai querer unir o amor que tem pela natureza, ao conhecimento de leis e às atividades da polícia, aproveite para fazer muitos piqueniques apreciando as belezas naturais do nosso país. Mas cuidado com o Zé Colmeia!


Fonte: Revista Ciência Hoje das Crianças

Maria Gadú - Bela Flor

sábado, 8 de outubro de 2011

Orientações Para Atividade Física

Atividade física por onde começar (Foto: Arte/G1)

Dia do Nordestino - parabéns para todos nós!


Caetano e Maria Gadú - Shimbalaiê (Ao Vivo)

A FARRA DOS GASTOS PÚBLICOS CONTINUA

A Revista Época publicou estudo realizado sobre os gastos dos parlamentares com telefonia, observe e analise se existe realmente a necessidade de gastos deste nível:


Gráfico com os gastos dos deputados federais com ligações telefônicas (Foto: Revista Época/Reprodução)

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Sentimento Nobre

Delicadeza: esta é a palavra que expressa um sentimento cada vez mais difícil de se encontrar. Todos nós já passamos muitos dias, ou semanas inteiras, sem receber nenhum gesto de carinho do próximo – são períodos difíceis, quando o calor humano desaparece, e a vida se resume a um árduo esforço de sobrevivência.
Nos momentos em que o fogo alheio não aquece nossa alma, devemos examinar nossa própria lareira. Devemos colocar mais lenha, e tentar iluminar a sala escura em que nossa vida se transformou.
Se somos capazes de amar, também seremos capazes de receber amor: é apenas questão de tempo. E para isso, mais que nunca, é preciso lembrar-se da palavra esquecida – delicadeza.

Reflexão de Paulo Coelho

FAMÍLIA BAIANA NA TURMA DA MÔNICA

Turma da Mônica (Foto: Divulgação)
A Turma da Mônica, criação do cartunista Maurício de Sousa, vai ganhar cinco novos personagens. Pai, mãe e três filhos da Bahia vão conviver com os tradicionais personagens Mônica, Cebolinha, Cascão e sua turma.O anúncio foi feito pelo criador na manhã desta sexta-feira (7), em Salvador, onde Maurício de Souza foi homenageado com o título de cidadão soteropolitano na Câmara de Vereadores.

Segundo o cartunista, os personagens ainda não foram batizados e não há previsão de quando eles vão compor os quadrinhos. Na história, o pai será produtor de eventos e a mãe uma veterinária. Um dos irmãos gosta de música clássica, o outro de axé e ritmos baianos, e a menina, que será uma das melhores amigas de Mônica, vai tocar berimbau e lutar capoeira.

Fonte: G1.com

quinta-feira, 6 de outubro de 2011