segunda-feira, 24 de março de 2014
Origens dos Sobrenomes
Hoje obrigatório, o sobrenome era um privilégio até o fim da Idade Média no Ocidente. Apenas nobres tinham um complemento oficial ao nome próprio, geralmente ligado à região em que eram soberanos.
Mas, conforme a população começou a aumentar e circular, um nome só (ainda que composto) não era mais suficiente para distinguir os plebeus, e o povo passou a ser identificado também por seu ofício, origem, fortuna, físico, personalidade. Para ficar em exemplos portugueses, foi assim que surgiram sobrenomes como Ferreiro, Lisboa, Rico, Longo, Valente etc. Aos poucos o hábito se disseminou e foi sendo passado para as novas gerações. Em 1370, já se encontra a palavra “sobrenome” em documentos
oficiais de diversos países. A partir daí, a diferença passou a ser a maneira de usar, como você vê a seguir.
Mas, conforme a população começou a aumentar e circular, um nome só (ainda que composto) não era mais suficiente para distinguir os plebeus, e o povo passou a ser identificado também por seu ofício, origem, fortuna, físico, personalidade. Para ficar em exemplos portugueses, foi assim que surgiram sobrenomes como Ferreiro, Lisboa, Rico, Longo, Valente etc. Aos poucos o hábito se disseminou e foi sendo passado para as novas gerações. Em 1370, já se encontra a palavra “sobrenome” em documentos
oficiais de diversos países. A partir daí, a diferença passou a ser a maneira de usar, como você vê a seguir.
Todos os nomes
Veja como varia a composição oficial de um nome em vários países do Ocidente – não vamos nem entrar no Oriente.
Veja como varia a composição oficial de um nome em vários países do Ocidente – não vamos nem entrar no Oriente.
Fonte: Revista Superinteressante
MITOS E VERDADES SOBRE A ÁGUA
Especialistas falam sobre os mitos e as verdades relacionados à água
Nutricionista e nefrologista explicam as polêmicas sobre o líquido mais consumido do mundo
Quem é que nunca ouviu afirmações como "beber água gelada pela manhã emagrece" ou que "sentir muita sede à noite é sintoma de diabetes".
Para esclarecer as dúvidas sobre esse líquido tão importante para a sobrevivência humana o eBand conversou com dois especialistas: a nutricionista Débora Almeida, especialista em reeducação alimentar no consultório Butantã e Academia Contours, e Leonel Fernandes, nefrologista (especialista em doenças do sistema urinário) do Hospital Santa Cruz. Ambos atuam em São Paulo.
Veja abaixo o que cada um diz sobre as polêmicas que envolvem a água:
Beber água gelada pela manhã emagrece.
Débora Almeida: Mito. Para ocorrer o emagrecimento é necessário ter uma alimentação equilibrada (isso inclui beber água seja gelada ou em temperatura ambiente) com a união da atividade física.
Leonel Fernandes: Mito. Não conheço nenhum trabalho a respeito.
Consumir dois litros de água por dia é o essencial para todas as pessoas. Nem mais, nem menos.
Débora Almeida: Mito. É essencial beber no mínimo dois litros de água por dia, mas existem casos em que há uma necessidade maior ou menor.
Leonel Fernandes: Mito. Não para todas as pessoas . O indicado seriam dois litros no total dos líquidos ingeridos durante o dia.
Quando se sente muita sede à noite significa que a pessoa está com diabetes.
Débora Almeida: Mito. Nem sempre, mas um dos sintomas de diabetes é o fator da sede a qualquer hora do dia.
Leonel Fernandes. Mito. Pode ser, mas também é possível que isso ocorra devido ao fato da pessoa dormir com a boca aberta.
Isotônicos podem substituir a água.
Débora Almeida: Mito. Não, os isotônicos têm uma função diferente da água. Além de repor sais minerais, eles também contêm energia proveniente do carboidratos.
Leonel Fernandes: Verdade. Sim, pois é líquido e além disso rico em sais minerais. Mas não podemos esquecer que essas bebidas contêm açúcar como fonte calórica e podem engordar.
Beber muita água ajuda a controlar o peso.
Débora Almeida: Meio mito, meio verdade. Pode contribuir, mas na maioria das vezes o indivíduo pode confundir a sede com fome. Uma das minhas orientações nutricionais é beber no mínimo dois litros de água por dia porque assim, além de hidratar, evita fazer essa confusão.
Leonel Fernandes: Meio mito, meio verdade. Pode inibir a fome por algum tempo por dilatar o estômago e provocar saciedade.
Água é a melhor forma para nos hidratarmos.
Débora Almeida: Verdade. Sim, a hidratação é água.
Leonel Fernandes: Verdade. É mais barata e de fácil alcance.
Beber água desintoxica o organismo.
Débora Almeida: Verdade. Ajuda a não reter toxinas no corpo. Quanto mais clara for a urina, melhor. Isso prova que o corpo está hidratado.
Leonel Fernandes: Verdade, pois aumenta a frequência urinária.
A água de torneira é melhor que a engarrafada.
Débora Almeida: Mito. É muito melhor água mineral de boa qualidade e temos várias hoje no Brasil que podemos confiar. Galão tenho minhas dúvidas, mas sempre recomendo de garrafa.
Leonel Fernandes: Mito. A água engarrafada seria mais pura. A água da torneira depende do estado da tubulação para chegar até o domicílio e também do estado de limpeza da caixa de água da residência.
Beber de 5 a 8 copos de água diariamente reduz as chances de infecção urinária e pedra nos rins.
Débora Almeida: Verdade. Uma das prevenções é o ato de beber água. Sempre recomendo oito copos cheios.
Leonel Fernandes: Verdade. Evita que a urina se concentre e forme cristais e também aumenta a frequência urinária, aumentando a lavagem do canal da urina.
Beber água em jejum emagrece.
Débora Almeida: Mito. Não existe comprovação científica, mas o ato de acordar e beber um belo copo de água ajuda a dar início ao belo dia.
Leonel Fernandes: Mito.
Beber água durante ou logo após a refeição aumenta a barriga.
Débora Almeida: Mito. O que acontece é a diluição do ácido clorídrico, o que demora mais a digestão. O recomendado é não beber mais que 200 ml na refeição. Também é ideal mastigar bem para não sentir sede neste momento.
Leonel Fernandes: Mito. Não faz a chamada barriga de cerveja. Em crianças beber muito líquido durante as refeições pode diminuir o apetite.
Para esclarecer as dúvidas sobre esse líquido tão importante para a sobrevivência humana o eBand conversou com dois especialistas: a nutricionista Débora Almeida, especialista em reeducação alimentar no consultório Butantã e Academia Contours, e Leonel Fernandes, nefrologista (especialista em doenças do sistema urinário) do Hospital Santa Cruz. Ambos atuam em São Paulo.
Veja abaixo o que cada um diz sobre as polêmicas que envolvem a água:
Beber água gelada pela manhã emagrece.
Débora Almeida: Mito. Para ocorrer o emagrecimento é necessário ter uma alimentação equilibrada (isso inclui beber água seja gelada ou em temperatura ambiente) com a união da atividade física.
Leonel Fernandes: Mito. Não conheço nenhum trabalho a respeito.
Consumir dois litros de água por dia é o essencial para todas as pessoas. Nem mais, nem menos.
Débora Almeida: Mito. É essencial beber no mínimo dois litros de água por dia, mas existem casos em que há uma necessidade maior ou menor.
Leonel Fernandes: Mito. Não para todas as pessoas . O indicado seriam dois litros no total dos líquidos ingeridos durante o dia.
Quando se sente muita sede à noite significa que a pessoa está com diabetes.
Débora Almeida: Mito. Nem sempre, mas um dos sintomas de diabetes é o fator da sede a qualquer hora do dia.
Leonel Fernandes. Mito. Pode ser, mas também é possível que isso ocorra devido ao fato da pessoa dormir com a boca aberta.
Isotônicos podem substituir a água.
Débora Almeida: Mito. Não, os isotônicos têm uma função diferente da água. Além de repor sais minerais, eles também contêm energia proveniente do carboidratos.
Leonel Fernandes: Verdade. Sim, pois é líquido e além disso rico em sais minerais. Mas não podemos esquecer que essas bebidas contêm açúcar como fonte calórica e podem engordar.
Beber muita água ajuda a controlar o peso.
Débora Almeida: Meio mito, meio verdade. Pode contribuir, mas na maioria das vezes o indivíduo pode confundir a sede com fome. Uma das minhas orientações nutricionais é beber no mínimo dois litros de água por dia porque assim, além de hidratar, evita fazer essa confusão.
Leonel Fernandes: Meio mito, meio verdade. Pode inibir a fome por algum tempo por dilatar o estômago e provocar saciedade.
Água é a melhor forma para nos hidratarmos.
Débora Almeida: Verdade. Sim, a hidratação é água.
Leonel Fernandes: Verdade. É mais barata e de fácil alcance.
Beber água desintoxica o organismo.
Débora Almeida: Verdade. Ajuda a não reter toxinas no corpo. Quanto mais clara for a urina, melhor. Isso prova que o corpo está hidratado.
Leonel Fernandes: Verdade, pois aumenta a frequência urinária.
A água de torneira é melhor que a engarrafada.
Débora Almeida: Mito. É muito melhor água mineral de boa qualidade e temos várias hoje no Brasil que podemos confiar. Galão tenho minhas dúvidas, mas sempre recomendo de garrafa.
Leonel Fernandes: Mito. A água engarrafada seria mais pura. A água da torneira depende do estado da tubulação para chegar até o domicílio e também do estado de limpeza da caixa de água da residência.
Beber de 5 a 8 copos de água diariamente reduz as chances de infecção urinária e pedra nos rins.
Débora Almeida: Verdade. Uma das prevenções é o ato de beber água. Sempre recomendo oito copos cheios.
Leonel Fernandes: Verdade. Evita que a urina se concentre e forme cristais e também aumenta a frequência urinária, aumentando a lavagem do canal da urina.
Beber água em jejum emagrece.
Débora Almeida: Mito. Não existe comprovação científica, mas o ato de acordar e beber um belo copo de água ajuda a dar início ao belo dia.
Leonel Fernandes: Mito.
Beber água durante ou logo após a refeição aumenta a barriga.
Débora Almeida: Mito. O que acontece é a diluição do ácido clorídrico, o que demora mais a digestão. O recomendado é não beber mais que 200 ml na refeição. Também é ideal mastigar bem para não sentir sede neste momento.
Leonel Fernandes: Mito. Não faz a chamada barriga de cerveja. Em crianças beber muito líquido durante as refeições pode diminuir o apetite.
Fonte: http://vivabem.band.uol.com.br/saude/noticia/?id=100000436306
sexta-feira, 21 de março de 2014
Da hospitalidade
Em praticamente todas as religiões e culturas, a tradição da hospitalidade está presente. Nos evangelhos, Jesus divide seus dons com homens e mulheres que o acolhem. Na tradição judaica, Lot é salvo ao acolher estrangeiros que depois se revelam anjos. No Islã, Mohammed (Maomé) diz: "maldita a sociedade que não aceita hóspedes".
Todos somos hóspedes deste mundo. Estamos aqui de passagem entre uma vida e outra - e não podemos carregar nada além de nossos bons gestos. A tradição da hospitalidade não pode morrer em nossas vidas, mesmo que exista - de vez em quando - gente que abusa de nosso teto e carinho. Sempre que acolhemos alguém, nos abrimos para a aventura e o mistério.
Fonte: Blog do Paulo Coelho
Todos somos hóspedes deste mundo. Estamos aqui de passagem entre uma vida e outra - e não podemos carregar nada além de nossos bons gestos. A tradição da hospitalidade não pode morrer em nossas vidas, mesmo que exista - de vez em quando - gente que abusa de nosso teto e carinho. Sempre que acolhemos alguém, nos abrimos para a aventura e o mistério.
Fonte: Blog do Paulo Coelho
segunda-feira, 17 de março de 2014
domingo, 16 de março de 2014
3º Ano Amélia Amado
Tenho o prazer de informar que uma das referências das nossas reflexões será o grande autor contemporâneo Zygmunt Bauman, em especial os seus livros que tratam do capitalismo no mundo globalizado e de sua ferocidade na acumulação e na transformação das pessoas em mercadorias.
O livro em questão deve ser analisado como referência e como elemento norteador das nossas discussões ele possui algumas páginas disponíveis no link abaixo (clique ou copie e cole no seu navegador)
As demais partes disponibilizarei para vocês sob a forma de apresentação em slides numa das aulas da I unidade.
Façam a leitura e destaquem os pontos principais para discutirmos em classe.
Qualquer dúvidas deixem nos comentários.
Cordialmente
Profº Rafael
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
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