O pai estava tentando ler o jornal, mas o filho pequeno não parava de perturbá-lo. Já cansado com aquilo, arrancou uma folha – que mostrava o mapa do mundo – cortou-a em vários pedaços, e entregou-a ao filho.
-Pronto, aí tem algo para você fazer. Eu acabo de lhe dar um mapa do mundo, e quero ver se você consegue montá-lo exatamente como é.
Voltou a ler seu jornal, sabendo que aquilo ia manter o menino ocupado pelo resto do dia. Quinze minutos depois, porém, o garoto voltou com o mapa.
-Sua mãe andou lhe ensinando geografia? – perguntou o pai, aturdido.
-Nem sei o que é isso – respondeu o menino. – Acontece que, do outro lado da folha, estava o retrato de um homem. E, uma vez que eu consegui reconstruir o homem, eu também reconstruí o mundo.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
domingo, 31 de julho de 2011
Aproveitar as Oportunidades
Na antiga Roma, um grupo de feiticeiras conhecidas como Sibilas escreveu nove livros contando o futuro de Roma. Levaram os nove livros para Tibério.
“Quanto custa?”, perguntou o imperador de Roma.
“Cem moedas de ouro”, responderam as Sibilas.
Indignado, Tibério expulsou-as. As Sibilas queimaram três livros e voltaram:
“Continuam custando cem moedas”, disseram.
Tibério riu e não aceitou: pagar por seis livros o mesmo que pagaria por nove?
As Sibilas queimaram mais três livros e voltaram com os três restantes:
“Continuam custando cem moedas de ouro”, disseram.
Tibério, mordido pela curiosidade, terminou por pagar, mas só conseguiu ler parte do futuro de seu império.
Diz o mestre: faz parte da arte de viver, não barganhar com a oportunidade.
Extraído do Blog do PAULO COELHO
E você ainda acha a conta da pizzaria cara...
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Classic Grey Sevruga Caviar
Vindo do Mar Cáspio, uma mera colherzinha custa cerca de R$ 5.638.
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La Madeline au Truffe
Deitado em uma espécie de cama de açúcar perolizado, uma simples trufa custa o equivalente a R$ 559,00.
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Queijo de leite de alce
O nome pode ser estranho, mas o tal queijo é conhecido como “o mais caro queijo do mundo”. Tem razão, cerca de 450 gramas custa R$ 1.513.
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Açafrão vermelho iraniano
O açafrão é raro e o preço é especial. Cada 100 gramas custa módicos R$ 1.678.
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Bife Wagyu
A carne de Wagyu, espécie de boi, é conhecida em todo o mundo por sua maciez e sabor suculento, o que talvez justifique o valor de R$ 639 por quatro bifes.
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Trufas frescas negras
Essas trufas italianas também estão entre as mais caras do mundo. Por R$ 895 você abre a conta bancária e as leva para casa.
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Café Luwak Kopi
Produzido a partir de frutos que foram consumidos e excretados pela civeta, uma espécie de gato, um quilo de café custa cerca de R$ 512.
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Champagne Dom Perignon (1988)
A marca é bastante conhecida, sobretudo pelo seu custo. Uma garrafa não sai por menos de R$ 1.566.
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Foie Gras
O fígado de ganso é conhecido pela sua suavidade, gosto cremoso e preço. Por cerca de 100 gramas, isso mesmo, 100 gramas, você paga o equivalente a R$ 257.
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Sundae rico em ouro
O restaurante novaiorquino Serendipity, possui oficialmente o mais caro sundae do mundo. A sobremesa, que custa R$ 2.237, inclui ouro 23 quilates comestível, sorvetes e chocolates raros, servidos em uma taça de cristal com um detalhe: uma colher de ouro 18 quilates.
sábado, 30 de julho de 2011
FORA RICARDO TEIXEIRA
Na história do futebol brasileiro é notória a influência nociva dos dirigentes que se perpetuam na história política dos clubes. Tomemos por exemplo os casos de Eurico Miranda (Vasco), Paulo Maracajá (Bahia), Alberto Dualib (Corinthians), Mustafá Contursi (Palmeiras) entre outros, que após um curto período de bons resultados levaram os respectivos clubes ao colapso financeiro que, na maioria dos casos, inevitavelmente, encaminhou os mesmos para a 2ª divisão do futebol nacional.
Diante disto fica o questionamento: será que não aprendemos a lição? O que nos faz acreditar que a permanência perpétua, vitalícia, use-se qualquer outro adjetivo, de Ricardo Teixeira a frente da mais importante instituição do futebol nacional não acabará em fracassos sucessivos da maior paixão esportiva do povo brasileiro.
Não seria justo creditarmos na contas dos treinadores e jogadores a responsabilidade integral pelos fracassos na Alemanha em 2006, na África do Sul em 2010, e mais recentemente na Argentina Copa América 2011. Hoje, não restam dúvidas de que os resultados no futebol estão intimamente relacionados a uma séria plataforma de planejamento e transparência nas ações, então, quantos outros fiascos internacionais a nossa seleção terá de apresentar a fim de que a hegemonia deste senhor seja contestada?
Em postagens anteriores este blog já apresentou reportagens veiculadas pela rede Record e pela imprensa internacional que denunciam as fraudes cometidas pelo presidente da CBF ao longo da sua trajetória na política esportiva. O que falta para que ele seja sequer contestado com mais veemência pelos clubes?
Enfim, é necessário que cada torcedor se mobilize que cada um de nós cobre do dirigente do seu clube e da respectiva federação de futebol do seu estado, pois só assim este dirigente que tanto tem feito mal ao futebol nacional possa ser, de uma vez por todas, retirado da cena esportiva do Brasil.
Aqui segue uma sugestão:
Espalhe as fotos desta postagem por todas as redes sociais, estas fotos foram feitas no ato público realizado no Rio de Janeiro neste sábado 30/07/2011, dia do sorteio das eliminatórias da copa de 2014.
O império do sol
No mês em que comemoramos 100 anos da descoberta de Macchu Pichu, saiba mais sobre o povo inca, que construiu essa cidade incrível.
Por: Ronaldo Vainfas, Departamento de História, Universidade Federal Fluminense
confira a matéria completa
CARTA AO GOVERNADOR
Excelentíssimo Senhor Governador,
A sociedade organizada de Itabuna, por meio das entidades abaixo assinadas, coordenadas pelo GAC – Grupo de Ação Comunitária, dirige-se a Vossa Excelência para manifestar a sua insatisfação com o tratamento que a SESAB – Secretaria de Saúde do Estado da Bahia, vem oferecendo à questão da saúde de média e alta complexidade nesta cidade, que resulta, em síntese, em enormes prejuízos à dignidade da pessoa humana, usuários do Serviço Único de Saúde, não só em Itabuna, mas também a milhares de pessoas de mais de uma centena de municípios pactuados.
Itabuna sempre se caracterizou e foi reconhecida em toda a Bahia, por oferecer à sociedade o melhor atendimento de saúde do estado, depois da capital Salvador, posição que vem perdendo nos últimos tempos pelo descaso sucessivo dos três últimos governos estaduais.
O Governo do Estado, alegando má gestão no nosso principal hospital público municipal, o Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães, desabilitou a nossa cidade em fins de 2008, da gestão do Comando Único da Saúde, também conhecida como gestão plena, deixando a responsabilidade pelo atendimento para o município, oferecendo como contrapartida um repasse insuficiente e muito aquém do que repassa para outras unidades do estado e filantrópicas, que nem de perto se aproximam da demanda existente em nosso único hospital público.
O Senhor Governador chegou a pedir em audiência concedida a representantes do GAC, que se conseguíssemos trocar os gestores do hospital à época, que o Comando Único poderia retornar em breve, sanados os problemas existentes. O Prefeito da época atendeu ao pedido e o GAC indicou os gestores. E por que os problemas continuaram? Porque o repasse continuou sendo inferior às necessidades e a gestão, irretocável quanto à lisura na aplicação do dinheiro público, não poderia fazer milagres.
Não queremos sequer imaginar que o tratamento dispensado às questões da saúde seja permeado por interesses político-partidários, porque isso seria de uma mesquinhez sem precedentes, indigna para estadistas de grande porte.
Historicamente, o Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães sempre enfrentou problemas de gestão. Pelo que estamos informados recentemente a contratualização do HBLEM com a SESAB foi assinada sob protestos, o que resultou no pedido de demissão do gestor do hospital.
Acenar com a estadualização do HBLEM como a solução para os graves problemas enfrentados pela saúde é uma falácia, pois o próprio estado enfrenta problemas com os hospitais que administra e deles quer se livrar, falando inclusive em privatização.
O que queremos Senhor Governador é que o Governo de Vossa Excelência, nos dispense uma maior atenção e mais consistente, não só nos problemas da saúde, mas de um modo geral em infraestrutura básica (a barragem para resolver o problema da água e em saneamento), em educação, cultura e esportes (conclusão do Estádio Luiz Viana Filho e do Centro de Convenções e Teatro), em segurança (conclusão dos serviços de videomonitoramento executado pela PM), em estradas (duplicação da rodovia Ilhéus/Itabuna e Itabuna/Ferradas), em equipamentos públicos (Centro de Abastecimento), nos apoiando na luta por uma Universidade Federal que atenderia uma gigantesca gama de estudantes de todo o sul da Bahia e em tantos outros itens que são carências urgentes do município e que o Estado há muito está a nos dever.
Não queremos que Itabuna continue excluída do conjunto dos 417 municípios baianos e muito menos queremos estar entre as últimas prioridades do Governo do Estado.
A sociedade organizada de Itabuna, por meio das entidades abaixo assinadas, coordenadas pelo GAC – Grupo de Ação Comunitária, dirige-se a Vossa Excelência para manifestar a sua insatisfação com o tratamento que a SESAB – Secretaria de Saúde do Estado da Bahia, vem oferecendo à questão da saúde de média e alta complexidade nesta cidade, que resulta, em síntese, em enormes prejuízos à dignidade da pessoa humana, usuários do Serviço Único de Saúde, não só em Itabuna, mas também a milhares de pessoas de mais de uma centena de municípios pactuados.
Itabuna sempre se caracterizou e foi reconhecida em toda a Bahia, por oferecer à sociedade o melhor atendimento de saúde do estado, depois da capital Salvador, posição que vem perdendo nos últimos tempos pelo descaso sucessivo dos três últimos governos estaduais.
O Governo do Estado, alegando má gestão no nosso principal hospital público municipal, o Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães, desabilitou a nossa cidade em fins de 2008, da gestão do Comando Único da Saúde, também conhecida como gestão plena, deixando a responsabilidade pelo atendimento para o município, oferecendo como contrapartida um repasse insuficiente e muito aquém do que repassa para outras unidades do estado e filantrópicas, que nem de perto se aproximam da demanda existente em nosso único hospital público.
O Senhor Governador chegou a pedir em audiência concedida a representantes do GAC, que se conseguíssemos trocar os gestores do hospital à época, que o Comando Único poderia retornar em breve, sanados os problemas existentes. O Prefeito da época atendeu ao pedido e o GAC indicou os gestores. E por que os problemas continuaram? Porque o repasse continuou sendo inferior às necessidades e a gestão, irretocável quanto à lisura na aplicação do dinheiro público, não poderia fazer milagres.
Não queremos sequer imaginar que o tratamento dispensado às questões da saúde seja permeado por interesses político-partidários, porque isso seria de uma mesquinhez sem precedentes, indigna para estadistas de grande porte.
Historicamente, o Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães sempre enfrentou problemas de gestão. Pelo que estamos informados recentemente a contratualização do HBLEM com a SESAB foi assinada sob protestos, o que resultou no pedido de demissão do gestor do hospital.
Acenar com a estadualização do HBLEM como a solução para os graves problemas enfrentados pela saúde é uma falácia, pois o próprio estado enfrenta problemas com os hospitais que administra e deles quer se livrar, falando inclusive em privatização.
O que queremos Senhor Governador é que o Governo de Vossa Excelência, nos dispense uma maior atenção e mais consistente, não só nos problemas da saúde, mas de um modo geral em infraestrutura básica (a barragem para resolver o problema da água e em saneamento), em educação, cultura e esportes (conclusão do Estádio Luiz Viana Filho e do Centro de Convenções e Teatro), em segurança (conclusão dos serviços de videomonitoramento executado pela PM), em estradas (duplicação da rodovia Ilhéus/Itabuna e Itabuna/Ferradas), em equipamentos públicos (Centro de Abastecimento), nos apoiando na luta por uma Universidade Federal que atenderia uma gigantesca gama de estudantes de todo o sul da Bahia e em tantos outros itens que são carências urgentes do município e que o Estado há muito está a nos dever.
Não queremos que Itabuna continue excluída do conjunto dos 417 municípios baianos e muito menos queremos estar entre as últimas prioridades do Governo do Estado.
Respeitosa e atenciosamente,
Sindicom
CDL-Itabuna
OAB-Itabuna
Sindicontasul
ABI-Regional Sul
Itabuna Esporte Clube
Ampesba
Lions Itabuna Centro
Acari
Agesul
Sindicato Rural de Itabuna
Sindicom
CDL-Itabuna
OAB-Itabuna
Sindicontasul
ABI-Regional Sul
Itabuna Esporte Clube
Ampesba
Lions Itabuna Centro
Acari
Agesul
Sindicato Rural de Itabuna
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