sábado, 19 de fevereiro de 2011

CURIOSIDADES GEOGRÁFICAS

Como nasce um rio?

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Na maioria das vezes, a "gestação" de um rio começa com as chuvas em regiões montanhosas. As águas podem correr pela superfície ou infiltrar-se no solo. Outra possibilidade é ele nascer após o degelo da neve do cume de montanhas. As águas penetram perpendicularmente no solo, através de espaços vazios entre as rochas, até encontrar um extrato de rocha impermeável. Aí se forma o lençol freático, espécie de rio subterrâneo que pode estar a dezenas de metros de profundidade. O lençol freático flui subterraneamente, acompanhando o desenho do relevo, do local mais alto para o mais baixo. Com o tempo, porém, alguns pontos da superfície ficam tão desgastados pela erosão que acabam permitindo o brotamento das águas subterrâneas. É quando surge a nascente do rio. Acidentes geológicos, como terremotos, também podem fazer o lençol aflorar na superfície, dando origem a um manancial, o chamado olho d’água. No percurso rumo ao mar, o curso d’água encontra todo tipo de terreno. Quando passa por áreas mais íngremes, torna-se uma baita corredeira e segue cavando suas margens ao desgastar o solo ao redor. Nesses trechos, ele é chamado de rio juvenil. Em solos menos inclinados, o "bicho amansa" e flui ao longo de meandros, que o rio vai formando enquanto erode uma margem e deposita sedimentos na outra. Quando erosão e sedimentação se equilibram, o rio é chamado de maduro. Se não quiser ficar pelo caminho – como no caso dos riachos temporários, que têm o leito completamente seco em algumas épocas do ano –, um rio de respeito também precisa se hidratar. Isso ocorre nos vários momentos em que ele recebe as águas de rios menores, que se tornam seus afluentes. Também rolam as horas de calmaria total, em que o rio quase não desgasta suas bordas, fluindo preguiçosamente enquanto deposita sedimentos por onde passa. Nessas áreas, ele acaba formando vales largos e extensas planícies, sendo chamado de senil. Apesar do nome – juvenil, maduro e senil –, as fases do rio não têm a ver com idade, mas com o modo de fluir. Por exemplo, se ele vem na boa, num planalto, e encontra um degrau, passa de senil a juvenil de uma vez, despencando numa cachoeira. Seja como for, vencidos os obstáculos, o rio finalmente desemboca no mar, doce mar.

Retirado do portal da revista "MUNDO ESTRANNHO" ACESSO EM 19/02/2011 às 21:30

Imagem da Semana

O MUNDO SE MOVIMENTA EM TORNO DA DEMOCRACIA.
O que me preocupa, apenas, em toda esta história são os interesses das transnacionais e das potências imperialistas na "libertação" destes povos, pois cada regime autoritário possui décadas sem que o mundo se manifestasse de modo contrário a sua presença, hoje, a partir da heróica manifestação de cada povo, cada uma das empresas globais busca uma "fatia" para expandir seus mercados.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Enquanto o mundo se debate com questões referentes à obesidade e ao consumo desenfreado, a natureza mostra que o equilíbrio é o caminho para a saúde física e mental. Sigamos este exemplo

Pequena Notável!


Recebi este vídeo por e-mail, vale a pena conferir o talento que o ser humano é capaz de possuir. Graças à Deus pela sua imensa sabedoria.

Material Para a 6ª Série do Geórgia

Comparação
Regiões do IBGE x Regiões Geoeconômicas.

Material Para a 6ª Série do Geórgia

Regionalização Segundo o Geógrafo Milton Santos.
Imprimir uma cópia por aluno.

Material Para a 6ª Série do Geórgia

Regiões do Brasil Segundo o IBGE.
Imprimir uma cópia por aluno.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Poema Geográfico - O Todo e a Parte / O Global e o Local

O todo sem a parte não é todo;
A parte sem o todo não é parte;
Mas se a parte o faz todo sendo parte,
Não se diga que é parte, sendo todo.

Aberto o Concurso de Charges da 8ª Série SENHORA SANTANA

Atenção alunos da 8ª série, a expectativa é grande para sabermos quem será o grande vencedor do nosso concurso de charges.

Sucesso à todos!

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Fique Atento

Um dia, a Verdade andava visitando os homens sem roupas e sem adornos, tão
nua como o seu nome.E todos que a viam viravam-lhe as costas de vergonha
ou de medo e ninguém lhe dava as boas vindas.
Assim, a Verdade percorria os confins da Terra, rejeitada e desprezada.

Uma tarde, muito desconsolada e triste, encontrou a Parábola, que passeava alegremente, num traje belo e muito colorido.
- Verdade, por que estás tão abatida? - perguntou a Parábola.
- Porque devo ser muito feia já que os homens me evitam tanto!
- Que disparate! - riu a Parábola - não é por isso que os homens te evitam.
Toma, veste algumas das minhas roupas e vê o que acontece.

Então a Verdade pôs algumas das lindas vestes da Parábola e, de repente,
por toda à parte onde passa era bem-vinda.
- Pois os homens não gostam de encarar a Verdade nua; eles a preferem disfarçada.